sábado, 6 de agosto de 2011
A pequena diferença entre ser craque e ídolo
FRASES SINISTRAS
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Que saudade...rsrs
Outro dia estava no mercado quando vi no final do corredor um amigo da época da escola, que não encontrava há séculos.
Feliz com o reencontro me aproximei já falando alto:
- Oswaldo, sua bichona! Quanto tempo!!!!
E fui com a mão estendida para cumprimentá-lo. Percebi que o Oswaldo me reconheceu, mas antes mesmo que pudesse chegar perto dele só vi o meu braço sendo algemado.
- Você vai pra delegacia! – Disse o policial que costuma frequentar o mercado.
Eu sem entender nada perguntei:
- Mas o que eu fiz?
- HOMOFOBIA! Bichona é pejorativo, o correto seria chamá-lo de grande homosexual.
Nessa hora antes mesmo de eu me defender o Oswaldo interferiu tentando argumentar:
- Que isso doutor, o quatro-olhos aí é meu amigo antigo de escola, a gente se chama assim na camaradagem mesmo!!
- Ah, então você estudou vários anos com ele e sempre se trataram assim?
- Isso doutor, é coisa de criança!
E nessa hora o policial já emendou a outra ponta da algema no Oswaldo:
- Então você tá detido também.
Aí foi minha vez de intervir:
- Mas meu Deus, o que foi que ele fez?
- BULLYING! Te chamando de quatro-olhos por vários anos durante a escola.
Oswaldo então se desesperou:
- Que isso seu policial! A gente é amigo de infância! Tem amigo que eu não perdi o contato até hoje. Vim aqui comprar umas carnes para churrasco com outro camarada que pode confirmar tudo!
E nessa hora eu vi o Jairzinho Pé-de-pato chegando perto da gente com 2 quilos de alcatra na mão. Eu já vendo o circo armado nem mencionei o Pé-de-pato pra não piorar as coisas, mas ele sem entender nada ao ver o Oswaldo algemado já chegou falando:
- Que porra é essa negão, que tu aprontou aí?
E aí não teve jeito, foram os três parar na delegacia e hoje estamos
respondendo processo por HOMOFOBIA, BULLYING e RACISMO.
*Moral da história: Nos dias de hoje é um perigo encontrar velhos amigos!*
Saudações!!
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Começar de novo

A pouco mais de quarenta e oito horas do nosso início no campeonato brasileiro de 2011, vejo o Fluminense sendo enfocado pelos noticiários da mesma forma como em tantas outras oportunidades: com rancor travestido de desprezo, prática quase centenária...
Não há grandes times no mundo que não tenham enfrentado terríveis intempéries em sua trajetória, isso é natural. O que chama atenção no caso Tricolor é que somos os atuais campeões brasileiros, título que deveria conferir-nos ao menos alguma especulação em torno de uma possível candidatura a uma das vagas para a Libertadores/2012, mas todos sabemos que esta especulação jamais aconteceria nos jornais. É certo que ainda somos um grupo em desordem, mas encaminhado para a melhora: o novo treinador, Abel, chega em poucos dias; alguns reforços estão sendo cogitados ou prestes a serem acertados (embora no caso do Fluminense, é sempre preciso esperar até o último segundo para a confirmação) tanto para o elenco quanto para o staff. Ainda temos alguma confusão por conta da tresloucada relação entre a dirigência do clube e os investidores no futebol. Sem querer minimizar nada, até porque este não é o caso, eu vos pergunto: quando não a tivemos?
Nas últimas semanas, vários dos grandes times brasileiros tiverem revezes estupendos, tanto na Copa Libertadores quanto na Copa do Brasil. Com exceção de Santos e Vasco, todos os demais sucumbiram quando era inesperado. Alguns, como o Grêmio, nas duas frentes em que disputava - o que também foi nosso caso. Bom, talvez haja um certo - e momentâneo - nivelamento por baixo; contudo, somente o Fluminense não goza entre os "especialistas" da condição de forte participante do campeonato brasileiro. Se não tivesse sido sempre assim, eu até riria.
Precisamos melhorar muita, mas muita coisa mesmo. A rigor, em seis meses, tivemos duas grandes exibições: ano passado, no segundo tempo da partida contra o São Paulo em Barueri; neste ano, no segundo tempo da partida contra o Argentinos Juniors em território portenho. É pouco para quem é o atual campeão brasileiro. Porém, temos um bom elenco e estamos no bojo como tantos outros times.
Mais uma vez, passamos em silêncio pelos jornais.
Eu diria que isso é um bom presságio.
Saudações!!
sábado, 30 de abril de 2011
MINHA HISTÓRIA
Eu só sei que falava e cheirava e gostava de mar
Sei que tinha tatuagem no braço e dourado no dente
E minha mãe se entregou a esse homem perdidamente, laiá, laiá, laiá, laiá
Ele assim como veio partiu não se sabe prá onde
E deixou minha mãe com o olhar cada dia mais longe
Esperando, parada, pregada na pedra do porto
Com seu único velho vestido, cada dia mais curto, laiá, laiá, laiá, laiá
Quando enfim eu nasci, minha mãe embrulhou-me num manto
Me vestiu como se eu fosse assim uma espécie de santo
Mas por não se lembrar de acalantos, a pobre mulher
Me ninava cantando cantigas de cabaré, laiá, laiá, laiá, laiá
Minha mãe não tardou alertar toda a vizinhança
A mostrar que ali estava bem mais que uma simples criança
E não sei bem se por ironia ou se por amor
Resolveu me chamar com o nome do Nosso Senhor, laiá, laiá, laiá, laiá
Minha história e esse nome que ainda carrego comigo
Quando vou bar em bar, viro a mesa, berro, bebo e brigo
Os ladrões e as amantes, meus colegas de copo e de cruz
Me conhecem só pelo meu nome de menino Jesus, laiá, laiá
Os ladrões e as amantes, meus colegas de copo e de cruz
Me conhecem só pelo meu nome de menino Jesus, laiá, laiá, laiá, laiá
terça-feira, 5 de abril de 2011
Algumas dicas sobre o Bilhete Único Carioca



