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sábado, 6 de agosto de 2011

A pequena diferença entre ser craque e ídolo

Postado por Paulo-Roberto Andel no Bendito Flu
Arte de Gilberto Zavarezzi - http://art-flu.blogspot.com/


De tudo o que já foi amplamente dito, comentado e cogitado nas mídias em geral por conta dos recentes - e LAMENTÁVEIS - acontecimentos extra-campo envolvendo o nome do Fluminense, uma coisa tem me chamado a atenção: entendo que há certa confusão que alguns companheiros em diversos setores têm feito entre o CRAQUE e o ÍDOLO.

Do CRAQUE, se espera o esmero técnico, preferencialmente com REGULARIDADE e DEDICAÇÃO - o que nem sempre acontece ou pode acontecer.

O ÍDOLO é muito maior do que um craque; do ídolo, vem o EXEMPLO, a ATITUDE, o PROFISSIONALISMO e a DEDICAÇÃO À CAMISA TRICOLOR.

Para muitos, por exemplo, Conca não foi craque mas por vestir nossa camisa com dignidade e senso profissional SEMPRE, ele se tornou um ÍDOLO, assim como o são Castilho, Brant, Fortes, Welfare, Marcos Carneiro de Mendonça, Romeu Pelicciari, Pinheiro, Flávio, Samarone, Telê, Edinho, Assis, Renato, Paulo Victor, Marcão e Thiago Silva, dentre outras dezenas de nomes.

Craques, muitos são; agora, ser comprometido de VERDADE com a camisa das Laranjeiras é outra coisa.

É para os especiais.

Não basta ter talento técnico, nem beleza física para empolgar as fãs.

Não basta mostrar qualidade de dois em dois meses e passar em branco entre as datas.

Não basta ser carinhoso com as crianças: é preciso ser EXEMPLAR para elas DENTRO E FORA DE CAMPO.

O craque é fundamental em um, vários ou muitos momentos. Às vezes, nem todos.

O ídolo é eterno.

E imortal.

Diante de centenas de milhares de reais por mês, há os que escolhem ser apenas craques. E correm o risco do esquecimento no futuro breve: a próxima década ou mesmo o próximo ano.

O ídolo, esteja onde estiver, é sempre motivo de louvação.

Eis a pequena - mas fundamental - diferença.

Saudações!!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Começar de novo



A pouco mais de quarenta e oito horas do nosso início no campeonato brasileiro de 2011, vejo o Fluminense sendo enfocado pelos noticiários da mesma forma como em tantas outras oportunidades: com rancor travestido de desprezo, prática quase centenária...

Não há grandes times no mundo que não tenham enfrentado terríveis intempéries em sua trajetória, isso é natural. O que chama atenção no caso Tricolor é que somos os atuais campeões brasileiros, título que deveria conferir-nos ao menos alguma especulação em torno de uma possível candidatura a uma das vagas para a Libertadores/2012, mas todos sabemos que esta especulação jamais aconteceria nos jornais. É certo que ainda somos um grupo em desordem, mas encaminhado para a melhora: o novo treinador, Abel, chega em poucos dias; alguns reforços estão sendo cogitados ou prestes a serem acertados (embora no caso do Fluminense, é sempre preciso esperar até o último segundo para a confirmação) tanto para o elenco quanto para o staff. Ainda temos alguma confusão por conta da tresloucada relação entre a dirigência do clube e os investidores no futebol. Sem querer minimizar nada, até porque este não é o caso, eu vos pergunto: quando não a tivemos?

Nas últimas semanas, vários dos grandes times brasileiros tiverem revezes estupendos, tanto na Copa Libertadores quanto na Copa do Brasil. Com exceção de Santos e Vasco, todos os demais sucumbiram quando era inesperado. Alguns, como o Grêmio, nas duas frentes em que disputava - o que também foi nosso caso. Bom, talvez haja um certo - e momentâneo - nivelamento por baixo; contudo, somente o Fluminense não goza entre os "especialistas" da condição de forte participante do campeonato brasileiro. Se não tivesse sido sempre assim, eu até riria.

Precisamos melhorar muita, mas muita coisa mesmo. A rigor, em seis meses, tivemos duas grandes exibições: ano passado, no segundo tempo da partida contra o São Paulo em Barueri; neste ano, no segundo tempo da partida contra o Argentinos Juniors em território portenho. É pouco para quem é o atual campeão brasileiro. Porém, temos um bom elenco e estamos no bojo como tantos outros times.

Mais uma vez, passamos em silêncio pelos jornais.

Eu diria que isso é um bom presságio.

Saudações!!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Sobre guerreiros e ratos

(do Blog do Rica Perrone)

Guerreiros são aqueles que lutam até o fim. São pessoas que defendem um ideal, ou uma camisa, sem medo de cara feia ou de uma situação desfavorável. Guerreiros não correm da luta.

Time grande não joga no “erro” do adversário. Joga no seu acerto, no seu mérito de ser melhor. Campeões não devem conviver com ratos. Nem nos vestiários, nem no banco.

Este Fluzão que luta, que arrisca, que tenta, que apanha, que vira e que vence é diferente do que disputou os 3 primeiros jogos. Não é tático, nem técnico. É meramente uma questão de filosofia.

Mata-mata, torneio de macho, se joga com o coração. Treinador que é contra motivação não ganha mata-mata. E o Flu de ontem entrava em todos os jogos igual.

Hoje não. Entrou pra decidir, e decidiu.

O time de guerreiros está completo. Com Fred, Deco, Conca, Emerson, Mariano e Diguinho. Os ratos correram, ficaram os guerreiros.

Por uma torcida traída, um clube exposto ao ridículo e por guerreiros de fato, tens minha torcida até a decisão.

“Pra cima, Fluzão!!!!” Aquele que luta, não o que corre.

abs,
RicaPerrone

sábado, 19 de março de 2011

A culpa é das ratazanas

Por Marcos Caetano, especial para o ESPN.com.br

O fato de Muricy Ramalho ter abandonado o Fluminense em meio a uma fraca campanha na Copa Libertadores e após o fracasso do clube na semifinal da Taça Guanabara não seria algo capaz de merecer destaque. Um técnico que larga um clube não chega a render assunto para uma coluna esportiva. Isso acontece todo dia. Mas essa quebra de contrato tem algo muito inusitado e decepcionante: trata-se de uma quebra de contrato perpetrada por Muricy Ramalho, o mesmo técnico que, meses atrás, encheu o peito para gritar aos quatro ventos que recusou o convite da Seleção porque era um dos bastiões da ética no esporte, o homem que abriu mão de um emprego de sonhos para não envergonhar os seus filhos. Eu não sei se Muricy conseguiu convencer os próprios herdeiros sobre sua conduta no episódio - mas, ao restante da opinião pública, creio que não.

Estou muito tranquilo para escrever sobre o assunto, pois fui um dos que elogiou a conduta do treinador no episódio da recusa ao convite da CBF. Eu deveria ter dado mais atenção à informação de que Muricy, na verdade, disse sim a Ricardo Teixeira e, não fosse o Fluminense ter exigido o cumprimento do acordo, o final da história talvez fosse outro. Ainda assim, preferi acreditar na postura do treinador que se orgulhava de jamais ter contabilizado uma quebra de contrato na carreira. Pois bem, agora ele quebrou. Lamento informar isso aos filhos do técnico, mas, sim, Muricy Ramalho acaba de quebrar um contrato - e o fez de forma nada lisonjeira para a sua imagem. Insisto: não fez nada diferente do que um monte de treinadores no Brasil. Mas os outros treinadores não fizeram tanto marketing do valor da palavra.

Em seu favor, Muricy alega que o clube das Laranjeiras não tinha estrutura, que não possuía um centro de treinamento à altura de um campeão e que, pasmem, ratazanas passeavam saltitantes pelo vestiário tricolor. Tudo verdade. Mas isso seria motivo para um técnico abandonar seus comandados e a torcida que tanto o prestigiou, beirando a idolatria, na hora mais grave, com o clube respirando por aparelhos na competição com a qual sonha desde sempre? Um CT em falta e ratazanas em sobra poderiam justificar o fato de um treinador que sempre fez questão de ressaltar sua lealdade e coragem virar as costas para um presidente eleito há apenas dois meses - e que já vinha fazendo esforço sincero para viabilizar um novo local de treinamento? E justo na hora em que dentro de campo as coisas começaram a ir mal?

Pelo que todos comentam, as ratazanas foram dar boas-vindas a Deco quando este voltou da Europa, há mais de seis meses. Por que Muricy não usou as ratazanas para forçar a ida para a Seleção? Terá sido porque seu time liderava com folga o Campeonato Brasileiro e ele era unanimidade? E por que partir tão de repente? Por que não esperar, já que pretende passar um mês descansando, ao menos o final da primeira fase da Libertadores? Será porque seu time faz uma campanha medíocre e ele errou muitas vezes ao escalá-lo? Em algum momento o treinador recordou ter tropeçado em todos os jogos decisivos diante de rivais fortes (os choques com Corinthians e Cruzeiro no segundo turno do Brasileirão, o clássico com o Botafogo, a decisão com o Boavista, os três jogos da Libertadores)? Ou a culpa disso também terá sido das ratazanas.

Ele bem que poderia conversar com seu amigo Parreira, que, campeão do mundo, aceitou treinar o Fluminense na terceira divisão. Um Fluminense que não tinha Fred, Deco, Emerson nem Conca. Que não tinha o escudo da CBF bordado na camisa, como legítimo campeão brasileiro. Naqueles duros tempos de terceira divisão, o clube tinha instalações ainda piores do que a atual. Sabem o que fez Parreira? Pagou do próprio bolso reformas no vestiário. Esse pequeno exemplo explica a diferença entre alguém realmente comprometido e alguém que se diz comprometido - mas só até surgirem as primeiras dificuldades. Uma pena. Porque, de fato, eu cheguei a achar que Muricy era diferente.

Saudações!!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Fluzão Campeão!! CBF vergonhosa!!

E chegamos ao título...
Pior do que enfrentar os times no campo era enfrentar a imprensa paulista, a "Flapress" e a CBF.

Assim como no ano passado, quando todos apostaram em nosso rebaixamento, neste ano, mesmo estando em 23 das 38 rodadas na liderança, a todo tempo só davam Corinthians como Campeão... uma vergonha!!

A CBF por sua vez tratou de fechar Maracanã e Mineirão. Atitude que de prática só teve o prejuizo a Fluminense e Cruzeiro. Hoje, o Maracanã está com as obras paradas e o campo sem uso...outra vergonha!!

Chegaram até a criticar o tão "perfeito" e "moderno" sistema de pontos corridos. Ué? Pq mudaram de opinião? Só pq não foi um time paulista que ganhou pelo segundo ano seguido?

Por fim chegamos ao título... com um gol do Sheik (Uh! Sheik é foda!!), derrubamos um jejum de 26 anos... trouxemos um título depois de muitos "quases".

Saudações!!!!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Até Logo, Maracanã!!

E ontem foi o último jogo do "velho" Maracanã... pra mim, foi na quarta. Mas, o que importa é que ficaremos ao menos mais de dois anos sem o maior do mundo... ficaremos órfãos de um grande templo.


Lembro de quando era moleque e ia ver a chegada do Papai Noel, evento em que cheguei a ficar no gramado, vestido de Lobinho e de Escoteiro... o Maracanã ficava lotado de mães e filhos, haviam shows de cantores e artistas famosos, e por fim chegada o bom velhinho num helicóptero vermelho, girava e girava os anéis, bem de pertinho... pousava para delírio de todos, e recebia a chave da cidade, das mãos do prefeito.

Lembro do primeiro jogo que assisti lá (Fluminense x América) e do primeiro Fla x Flu (1x0, gol de Leomir). Lembro dos jogos bons e ruins... do Jogo do Flu contra o time de bombeiros de Brasília (Dom Pedro), pela terceirona.

O jogo que mais me marcou, sem dúvidas foi a final da Libertadores, contra a LDU...foi um espetáculo, inesquecível e mesmo com a derrota, saímos cantando e gritando o nome do Flu!

E ontem ele fechou... dizem que virá pior, dizem que virá mais bonito e dizem que a obra nada mais é que uma forma dos políticos roubarem mas dinheiro, já que da ultima vez que fechou, foi pra se adequar às normas da Fifa... igual agora.

Veja como ficará o novo Maracanã:

Peço à Deus para estar lá no jogo de abertura e poder curti-lo como venho curtindo nos ultimos 20 anos...intensamente!!


Saudações!!!

domingo, 25 de julho de 2010

Muricy x CBF

Foi hilária pra não dizer vergonhosa a atuação da nossa imprensa na divulgação do nome de Muricy Ramalho como novo técnico da seleção.


Logo cedo uma reporter da ESPN, que cobria um jogo de golf, viu Muricy e Ricardo Teixeira reunidos. Em seguida, antes mesmo das outras equipes chegarem, todas (exceto a ESPN) já davam como certo o nome de Muricy pra seleção brasileira.

A ESPN insistia em dizer que NADA havia sido dito e depois mostrou um vídeo onde Muricy esticava a mão para cumprimentar Ricardo Teixeira e este nega o aperto duas vezes.


Ao sair Muricy disse que tinha que conversar com o Fluminense, mas a raposa do Ricardo Teixeira fez questão de desestabilizar a situação do técnico no clube, dizendo que ele havia aceitado.


No Flu a situação foi de surpresa, mas qdo o técnico chegou, tudo se esclareceu e o "não" foi confirmado.

Daí, Ricardo Teixeira e a Globo (rede e jornais) que haviam divulgado o nome, tiveram que se virar nas desculpas, mas o que mais me surpreendeu foi o fato de em momento algum divulgarem o vídeo do "aperto de mão".


Enfim, vergonha pra uns e alegria pra outros!! Vamos Flu , rumo ao título.

Saudações!!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Fluminense 108 anos de glórias!!

(De Ricardo Perrone)

"Se queres saber o futuro do Fluminense, olhai para o seu passado. A história tricolor traduz a predestinação para a glória", disse Nelson Rodrigues.

Seria otimismo de torcedor, não fossem os fatos. E se os fatos estão contra ele, azar dos fatos. Eis que surge o primeiro grande clube de futebol do Rio de Janeiro. O primeiro, pois os outros ainda eram regatas.


Luta pela formação da Liga, vence as primeiras, muda de cores e consegue a combinação mais rara de todas: Verde, branco e grená.

Único por ignorar as massas, o torcedor do Flu tem orgulho de ser "elite". Enquanto todos brigam para também fazer parte do "povão", o Tricolor se orgulha de não dividir esta paixão. Senti uma única vez o que é ser Fluminense. E não mais esquecerei.

Era Libertadores de 2008, e por um acaso do destino resolvi subir pra arquibancada do Maracanã aos 44 do segundo tempo para ver o meu São Paulo confirmar a vaga nas semifinais. Quando subi, olhei em volta e me assustei. Eles não estavam "torcendo" pelo gol milagroso, mas sim "esperando" por ele.


Nunca vi tanta certeza diante do improvável. E ali, cabisbaixo, fui confundido com um deles e fiz parte da comemoração da eliminação do meu time. Levei 10 segundos pra sentir raiva da situação, outros 10 pra ver o quanto fui sortudo de subir ali.

Afinal, de longe, não teria condições de notar o quanto eles queriam isso. Não poderia estar perto e sentir a alegria daquela multidão em conseguir aquela vitória épica. Mas eu vi, entre eles, e quando desci pra cabine não tinha mais nenhuma sensação de tristeza.


A contagiante alegria de sua torcida simplesmente neutralizou a dor da derrota do meu time. Ali, entendi: "Era a vez deles". Nos últimos anos o Fluminense tem conseguido fazer espetáculos com sua torcida no Maracanã. Seja pra não cair, seja pra levar um caneco, lá está ela, surgindo do nada, entupindo o maior do mundo e fazendo festas memoráveis.

"Nas situações de rotina, um `pó-de-arroz' pode ficar em casa abanando-se com a Revista do Rádio.

Mas quando o Fluminense precisa de número, acontece o suave milagre: os tricolores vivos, doentes e mortos aparecem. Os vivos saem de suas casas, os doentes de suas camas e os mortos de suas tumbas.", disse Nelson.

Dizem que o clube sujou sua camisa ao "virar a mesa" para subir no Brasileirão. Mas não, não é por ai. Todos já fizeram uso de politicagem para conseguir vantagens no futebol. Um clube de 108 anos e tantas glórias não pode ser marcado por um presidente estúpido que eternizou o ato com uma champagne na tv.


Dizem que há anos o Fluminense não conquista nada. E eu fico com Nelson, novamente: "O que são 100 anos pro Fluminense?".O que pode ser maior ou mais relevante do que ter seu clube fazendo parte de 50% do jogo mais famoso do planeta? O estádio do futebol é o Maracanã. Seu cartão postal é o Fla-Flu, e isso basta a qualquer credencial de grandeza. Não bastasse, ainda tem os feitos, as glórias, os ídolos e as lindas derrotas.

Sim, lindas derrotas. Como as diante da LDU na Libertadores e na Sulamericana. Belíssimas partidas perdidas onde seu clube sai aplaudido, forte, limpo.


O futebol é feito de paixão. E paixão vive de altos e baixos. Não há paixão só na alegria, nem apenas na dor.

Ir a série C foi o fundo do poço pra um grande clube como o Flu. Mas, quantos sairiam deste fundo do poço?

Ele saiu. E saiu pra levar a Copa do Brasil, para disputar Libertadores, ser finalista, chegar a decisões e voltar ao cenário do futebol montando grandes times e escrevendo, em 2008, as mais belas páginas do futebol brasileiro.

Hoje, com Fred, Conca e Muricy, é um dos favoritos ao Brasileirão.


Não, não são muitos os clubes que conseguem ir ao fundo do poço e voltar sem cerimônias.

Nesta data especial, onde rivais tentarão diminuir o aniversariante, o torcedor do Flu pode olhar para trás e sentir orgulho.

Orgulho de Assis, Romerito, Branco, Thiago Silva, Edinho, Gérson, Renato, Rivelino, Washington e Castilho.

Orgulho do time campeão brasileiro de 84, do derrotado time de 2008, e do guerreiro time que evitou uma tragédia em 2009.


O Fluzão conhece, como poucos, todas as sensações que o futebol é capaz de nos dar. Do vexame a glória, da arrogância a humilhação. Mas conhece, sobreviveu a todas.

"Grandes são os outros, o Fluminense é enorme.", disse Nelson Rodrigues, eufórico, apaixonado, cego, mas... verdadeiro.


Parabéns, Fluzão! 108 anos sendo protagonista do maior futebol do mundo.

Aceitem esta pequena homenagem de um jornalista apaixonado por futebol, mas que torce pelo "tricolor paulista". Porque eu sei, em respeito a história, que tricolor só tem um. O resto tem três cores."

Saudações Tricolores!!

terça-feira, 21 de julho de 2009

Parabéns Fluminense!!!!

(Luiz Victor Lopes)

Sou tricolor de coração, sou do clube tantas vezes campeão". Neste 21 de julho de 2009, o Fluminense completa 107 anos de vida. Em 1902, numa sede localizada no número 51 da Rua Marquês de Abrantes, na Zona Sul carioca, Oscar Cox, junto com Manuel Rios e Américo Couto, fundou o Fluminense Football Club, primeiro clube de futebol do Rio de Janeiro.

Nestes anos de vida, o Tricolor das Laranjeiras acumulou glórias e títulos. Destaques para a Copa Rio de 1952,
competição que reunia os melhores clubes do mundo na época, o Torneio Rio-São Paulo de 1957 e 1960, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1970 (considerado o Campeonato Brasileiro de então), o Campeonato Brasileiro de 1984, a Copa do Brasil de 2007, além dos 30 títulos do Campeonato Carioca, dentre outros.

Quinto clube no Brasil com maior número de jogadores convocados para a Seleção Brasileira para disputar Copas do Mundo, o Fluminense não cansa de revelar jogadores. Em Xerém-RJ, o Tricolor mantém um Centro de Treinamento para todas as suas categorias de base, com um espaço de 130.000 metros quadrados.

Mas não foi só no futebol que o Fluminense escreveu sua história.

Conhecido no Brasil e no exterior como uma potência Olímpica, o clube coleciona títulos em diversas modalidades, como natação, basquete, vôlei e tênis de mesa. Tanto, que em 1949 o clube foi coroado no cenário internacional. Com a finalidade de reconhecer anualmente, aquele que mais fez em prol dos serviços prestados ao olimpismo e ao esporte, o Comitê Olímpico Internacional concedeu ao Fluminense Football Club a Taça Olímpica, por ser o clube um modelo de organização desportiva para todo o mundo.

Até hoje o Tricolor foi o único clube de futebol do mundo a receber a maior honraria do COI.


Com todos esses atributos em sua história o Fluminense comemora hoje pouco mais de 100 anos de vida mas carrega um peso de milênios de glórias.


Saudações!!

sábado, 18 de julho de 2009

Pelo bem do Fluminense


Pelo bem do nosso Fluminense, renuncia Horcades!!!!



Saudações!!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Time sem vergonha

Como já disse antes, não se pode esperar muito de um time que tem como titulares jogadores como Mariano, Edcarlos e Fernando Henrique... ainda mais quando este último vem vestido de cores acesas, jogando fora toda uma história criada por Castilho, que usava roupas que o confundiam com a arquibancada ou geral atrás do gol, fazendo assim com que o atacante adversário não tivesse noção de sua posição correta... e lá estava Fernando Henrique vestido de cone!



Parreira não teve culpa, uma vez que já encontrou o time montado de forma ridicula e sem peças de reposição. 

Por mim mandava embora esse bando de sangue-sugas, mantendo apenas poucos no elenco, como Luiz Alberto, Fred e Conca... e montava tudo de novo... aliviava a folha salarial e melhorava o time com profissionais que queiram algo... Quem dera no Flu tivessemos 11 Concas...

Saudações!!!

Flu e Corinthians

Como se já não fosse difícil ganhar contando com Mariano, FH e Edcarlos ainda aparece o Simon pra dar uma forcinha...

Saudações!!

sábado, 7 de março de 2009

E agora Flusão?

Com a apresentação do Fred e a contratação de Carlos Alberto Parreira o Fluminense possui hoje um dos melhores e mais caros elencos do Brasil.

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Elenco Profissional
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Agora é torcer e ver se eses caras jogam o que sabe...

Saudações!!!!