quinta-feira, 24 de março de 2011

Sobre guerreiros e ratos

(do Blog do Rica Perrone)

Guerreiros são aqueles que lutam até o fim. São pessoas que defendem um ideal, ou uma camisa, sem medo de cara feia ou de uma situação desfavorável. Guerreiros não correm da luta.

Time grande não joga no “erro” do adversário. Joga no seu acerto, no seu mérito de ser melhor. Campeões não devem conviver com ratos. Nem nos vestiários, nem no banco.

Este Fluzão que luta, que arrisca, que tenta, que apanha, que vira e que vence é diferente do que disputou os 3 primeiros jogos. Não é tático, nem técnico. É meramente uma questão de filosofia.

Mata-mata, torneio de macho, se joga com o coração. Treinador que é contra motivação não ganha mata-mata. E o Flu de ontem entrava em todos os jogos igual.

Hoje não. Entrou pra decidir, e decidiu.

O time de guerreiros está completo. Com Fred, Deco, Conca, Emerson, Mariano e Diguinho. Os ratos correram, ficaram os guerreiros.

Por uma torcida traída, um clube exposto ao ridículo e por guerreiros de fato, tens minha torcida até a decisão.

“Pra cima, Fluzão!!!!” Aquele que luta, não o que corre.

abs,
RicaPerrone

sábado, 19 de março de 2011

A culpa é das ratazanas

Por Marcos Caetano, especial para o ESPN.com.br

O fato de Muricy Ramalho ter abandonado o Fluminense em meio a uma fraca campanha na Copa Libertadores e após o fracasso do clube na semifinal da Taça Guanabara não seria algo capaz de merecer destaque. Um técnico que larga um clube não chega a render assunto para uma coluna esportiva. Isso acontece todo dia. Mas essa quebra de contrato tem algo muito inusitado e decepcionante: trata-se de uma quebra de contrato perpetrada por Muricy Ramalho, o mesmo técnico que, meses atrás, encheu o peito para gritar aos quatro ventos que recusou o convite da Seleção porque era um dos bastiões da ética no esporte, o homem que abriu mão de um emprego de sonhos para não envergonhar os seus filhos. Eu não sei se Muricy conseguiu convencer os próprios herdeiros sobre sua conduta no episódio - mas, ao restante da opinião pública, creio que não.

Estou muito tranquilo para escrever sobre o assunto, pois fui um dos que elogiou a conduta do treinador no episódio da recusa ao convite da CBF. Eu deveria ter dado mais atenção à informação de que Muricy, na verdade, disse sim a Ricardo Teixeira e, não fosse o Fluminense ter exigido o cumprimento do acordo, o final da história talvez fosse outro. Ainda assim, preferi acreditar na postura do treinador que se orgulhava de jamais ter contabilizado uma quebra de contrato na carreira. Pois bem, agora ele quebrou. Lamento informar isso aos filhos do técnico, mas, sim, Muricy Ramalho acaba de quebrar um contrato - e o fez de forma nada lisonjeira para a sua imagem. Insisto: não fez nada diferente do que um monte de treinadores no Brasil. Mas os outros treinadores não fizeram tanto marketing do valor da palavra.

Em seu favor, Muricy alega que o clube das Laranjeiras não tinha estrutura, que não possuía um centro de treinamento à altura de um campeão e que, pasmem, ratazanas passeavam saltitantes pelo vestiário tricolor. Tudo verdade. Mas isso seria motivo para um técnico abandonar seus comandados e a torcida que tanto o prestigiou, beirando a idolatria, na hora mais grave, com o clube respirando por aparelhos na competição com a qual sonha desde sempre? Um CT em falta e ratazanas em sobra poderiam justificar o fato de um treinador que sempre fez questão de ressaltar sua lealdade e coragem virar as costas para um presidente eleito há apenas dois meses - e que já vinha fazendo esforço sincero para viabilizar um novo local de treinamento? E justo na hora em que dentro de campo as coisas começaram a ir mal?

Pelo que todos comentam, as ratazanas foram dar boas-vindas a Deco quando este voltou da Europa, há mais de seis meses. Por que Muricy não usou as ratazanas para forçar a ida para a Seleção? Terá sido porque seu time liderava com folga o Campeonato Brasileiro e ele era unanimidade? E por que partir tão de repente? Por que não esperar, já que pretende passar um mês descansando, ao menos o final da primeira fase da Libertadores? Será porque seu time faz uma campanha medíocre e ele errou muitas vezes ao escalá-lo? Em algum momento o treinador recordou ter tropeçado em todos os jogos decisivos diante de rivais fortes (os choques com Corinthians e Cruzeiro no segundo turno do Brasileirão, o clássico com o Botafogo, a decisão com o Boavista, os três jogos da Libertadores)? Ou a culpa disso também terá sido das ratazanas.

Ele bem que poderia conversar com seu amigo Parreira, que, campeão do mundo, aceitou treinar o Fluminense na terceira divisão. Um Fluminense que não tinha Fred, Deco, Emerson nem Conca. Que não tinha o escudo da CBF bordado na camisa, como legítimo campeão brasileiro. Naqueles duros tempos de terceira divisão, o clube tinha instalações ainda piores do que a atual. Sabem o que fez Parreira? Pagou do próprio bolso reformas no vestiário. Esse pequeno exemplo explica a diferença entre alguém realmente comprometido e alguém que se diz comprometido - mas só até surgirem as primeiras dificuldades. Uma pena. Porque, de fato, eu cheguei a achar que Muricy era diferente.

Saudações!!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Oração de Início de Ano (em tempo)

Querido Deus,

Tudo que peço para este novo ano é uma conta bancária gorda e um corpo magro.
Favor não misturar as coisas, como fez no ano passado.
Amém!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Precisa-se de assistente de ginecologista

Um desempregado comparece ao SINE de São Paulo para ver se havia algum emprego para ele.

Chegando lá, viu um cartaz escrito
'Precisa-se de assistente de ginecologista' . Ele foi ao balcão e perguntou pelo trabalho.

-Pode me dar mais detalhes?

E o funcionário:

-Sim senhor.

O trabalho consiste em aprontar as pacientes para o exame.
Você deve ajudá-las a se despir, e cuidadosamente lavar suas partes genitais.
Depois você faz a depilação dos pelos púbicos com creme de barbear e uma gilete novinha...
Depois esfrega gentilmente óleo de amêndoas doces, de forma a que elas estejam prontas para o ginecologista.
O salário mensal é de 5.500,00 com carteira assinada e demais benefícios, mas você deve ir até Araçatuba.

-Nossa são 532 km de São Paulo e eu moro aqui, É lá o emprego?

-Não, é lá que tá o fim da fila!

Saudações!!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Dicas para você se tornar um ném

Talvez você não esteja identificando o que é ser ném. Talvez. Dúvida que vai sumir no máximo até a terceira dica. Quem sabe você mesmo já não é um pouco. Mas vamos lá, você pode ser um completo. Assim você entra na moda. Afinal, este estilo particular de ser não para de se espalhar por aí, ném.

- A primeira dica é trocar qualquer vocativo por ném. Nada de moço, senhor, cara, menino. Comece a chamar todo mundo de ném.
- Talvez a única exceção seja chamar os amigos de braço. Mas, por segurança, na próxima frase use ném.
- E que tal colocar um piercing no umbigo? Só que não é qualquer piercing. Tem que ser um com aquele penduricalho.
- Além disso, você só deve andar de van. E, se puder, criar intimidade com o motorista.
- Falando em intimidade, ném não tem amigo. Tem colega.
- Agora é o momento das dicas de português. Anota aí: corte a letra “m” do final das palavras. Exemplos: garage, viage, passage.
- Já que estamos nessa onda de cortar tudo, retire o “d” quando o verbo estiver no gerúndio. “Falano”, “cantano”, “fazeno”.
- Elimine também a letra “s” dos plurais. Como, “as criança”, “os motoboy”, “os churrasquinho”, “as carne”.
- Crie vogais inexistentes no meio das palavras. Tipo, “naiscer” e “adevogado”.
- Comece e termine perguntas com “tu”. Exemplo: “tu vai lá, tu?”.
- Em algumas palavras, troque o “s” pelo “r”. Em vez de “mesmo”, fale “mermo”.
- Conjugue o “mim”. Exemplo: “pra mim fazer”. Ou melhor: “pámien fazer”. Isso mesmo, “mien”.
- A propósito, chame jantar de janta. E qualquer tipo de massa de macarrão.
- A essa atura, você já está se tornando um ótimo ném. Mas dá pra ser ainda melhor tendo umas atitudes como tirar foto em shopping. Ou tirar foto de si mesmo no espelho do banheiro.
- Mais que isso. Quando for à praia, não se esqueça de 3 coisas: levar uma caixa de isopor, rolar na areia (em grupo!) e passar doura-pêlo (vai, arrasa, ném).
- Só que antes, faça uma tatuagem no antebraço com o nome Jesus ou o de algum parente.
- Mas para isso, capriche no nome dos filhos. João, Maria, Ricardo, Ana estão fora de cogitação. Aqui, quanto mais diferente, melhor.
- Vem cá, tu tem Facebook, tu? Ih, esquece, quem é ném mermo tem é Orkut.
- E, no MsN, ixCrEVe sEmPRe aXiM.
- Agora, uma dica específica pra quem é vendedor. Sempre aborde o cliente fora da loja. Sempre.
- E aproveite o salário para deixar o carro tunado. No mínimo, no mínimo, ele deve ser rebaixado e com insulfilm.
- Mas para ser completo mesmo, instale um som boladão para ouvir música alta na orla. Com o porta-malas do carro aberto, é claro.
- Neste momento, você já está muito perto de se tornar um ném. Por isso, preste atenção. Quem é ném, usa rádio em vez de celular. No viva-voz.
- Assim como escuta música no celular. No viva-voz.

Pronto. Agora você já pode ser um verdadeiro ném. É nóis.

Abra uma cidra para comemorar (tem que ser uma cidra). E, se você tiver alguma dúvida, é só consultar as nossas dicas.

Já é ou já era?


Saudações!!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Frase da Semana

"Na minha casa eu separo o lixo,
e o amor tem sempre que prevalecer!"

Mau Mau - Big Brother Brasil 11

sábado, 25 de dezembro de 2010

Não comeu porque não quis!

Um judeu, em dia de comemoração conjugal, leva a sua esposa a um restaurante francês, alto nível (a situação recomendava...)

Chegando
lá comeram sem olhar preço. Era tudo felicidade, até que o educado e sorridente judeu pede a conta.

Ao ver a despesa de R$ 600,00, ele se

assusta e começa a reclamar:
- Ei, alto lá! Nós não comemos couvert.
- Estava aí senhor, não comeu porque não quis! - dispara o garçom.
- Mas, meu senhor.... nós também não tomamos este champanhe francês que nem o nome sei falar direito.
- Estava aí senhor, não bebeu porque não quis! - repete o garçom ironicamente.
- Meu senhor, e esta sobremesa, além do preço absurdo, também não comemos.
- Estava aí senhor, não comeu porque não quis! - repete o garçom, debochadamente.

Furioso com o garçom, o judeu dispara:
-Tudo bem: R$ 600,00, menos os R$ 550,00 por você ter transado com a minha mulher...

E o garçom interrompe:
- Êpa! Mas isso é um absurdo!!! Eu nem olhei para a sua esposa, senhor.

E o judeu, colocando R$ 50,00 na mesa e já se levantando, respondeu:
- Estava aí meu filho, não comeu porque não quis...

Saudações!!